quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Música de dó eterno, teu existir nosso éter, nosso sentir inexistente em ti sempre presente...Só tu nos compreendes, quanto de nós entendes, saber de nós o que pretendes quando somente tu bastas... És calor sem sol, despoletas em nós mais do que ardente vontade, transformas e renovas, tu não tens idade. A nós as lágrimas nos dás, brotar de água tão ambíguo, quer de alegria quer de tristeza quer do poder sonhar contigo. És despreocupação com razão, pois para tudo tu serves, para nos calar ou fazer gritar, acreditar e jurar, sim, tudo isto consegues.
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